Leia Coluna do Jonas desta sexta

| REDAçãO


Jonas Alves da Silva (Silva Junior) - Divulgação

Data: Dia 18 de setembro é comemorado o Dia Nacional da Televisão.

 

262º dia do ano. Existem 104 dias restantes em 2020.
38ª Sexta-Feira de 2020.
Na 38ª semana de 2020 (utilizando o modelo ISO)
Colar de Pedra para recém nascidos nesse dia: Safira
Signo Zodiaco para 18 de Setembro Virgem

Aviso aos navegantes: faltam 59 (cinquenta e nove) para o eleitor escolher novos prefeitos, vices e vereadores no Brasil.

 

Fim de coligações

Nas eleições de 15 de novembro, pela primeira vez, candidatos  a vereador não poderão concorrer por meio de coligações.

O fim das coligações na eleição proporcional foi aprovado pelo Congresso Nacional por meio da reforma eleitoral de 2017.

Chapa única

Com isso, o candidato a uma cadeira na câmara municipal somente poderá participar do pleito em chapa única dentro do partido ao qual é filiado.

Na eleição proporcional, é o partido que recebe as vagas, e não o candidato. No caso, o eleitor escolhe um dos concorrentes apresentado por um partido.

Quociente Eleitoral

Estarão eleitos os que tenham obtido votos em número igual ou superior a 10% do Quociente Eleitoral (QE), tantos quantos o respectivo Quociente Partidário (QP) indicar, na ordem da votação nominal que cada um tenha recebido

O QE é determinado pela divisão da quantidade de votos válidos apurados pelo número de vagas a preencher, desprezando-se a fração, se igual ou inferior a 0,5, ou arredondando-se para 1, se superior. A partir daí, analisa-se o QP, que é o resultado do número de votos válidos obtidos pelo partido dividido pelo QE. O saldo da conta corresponde ao número de cadeiras a serem ocupadas.

Média de cada legenda

As vagas não preenchidas com a aplicação do QP e a exigência de votação nominal mínima serão distribuídas entre todos os partidos que participam do pleito, independentemente de terem ou não atingido o QE, mediante observância do cálculo de médias.

A média de cada legenda é determinada pela quantidade de votos válidos a ela atribuída dividida pelo respectivo QP acrescido de 1. À agremiação que apresentar a maior média cabe uma das vagas a preencher, desde que tenha candidato que atenda à exigência de votação nominal mínima. Por fim, depois de repetida a operação, quando não houver mais partidos com candidatos que atendam à exigência de votação nominal mínima, as cadeiras deverão ser distribuídas às legendas que apresentem as maiores médias.

Mudança de estratégia

A mudança faz com que partidos e candidatos mudem de estratégia em relação às eleições anteriores. E isso faz aumentar o número de candidatos a prefeito. Por exemplo, em Dourados, são sete os candidatos a prefeito e, em Campo Grande, são 15 candidatos.

Antes, os candidatos a vereador (de vários partidos) se reuniam em torno de uma candidatura majoritária. No entanto, agora,  como o voto de legenda será para o partido e não para a coligação, é claro que mais partidos busquem lançar mais candidatos.

Fim do “efeito Tiririca”

Na verdade, a mudança dessa regra é benéfica para a democracia, porque impede negociata entre partidos e candidatos de legendas diferentes, como ocorriam em casos de coligações em chapa proporcional.

Dessa forma, o “efeito Tiririca” deve acabar, já que a votação expressiva de um candidato não mais ajudará a eleger candidatos de coligações. O “puxador de votos” beneficiava candidatos com votação reduzida, que conseguiam se eleger.

Corrida difícil

Na verdade, com a mudança nas regras, a eleição para vereador ficará mais difícil.

Isso, porque, o candidato a vereador não terá mais como somar votos de coligação. Terá que fazer uma campanha fortemente aliada ao candidato a prefeito do partido.

Redes sociais

Certamente, as redes sociais serão um canal importante para os candidatos nas eleições deste ano. Igualmente o rádio e a televisão.

Devido à pandemia provocada pelo coronavírus, o tradicional “corpo a corpo” perderá espaço nesta campanha eleitoral.

“Santinhos”

Com o “corpo a corpo” reduzido, os candidatos economizarão sola de sapato.

Mas, terão que apostar muito na distribuição de “santinhos” e folders, que são deixados nos quintais de residências.

Campanha atípica

A campanha eleitoral deste ano deverá ser atípica em relação a pleitos anteriores, principalmente porque os candidatos devem ter todo o cuidado possível para evitar  aglomerações por conta do coronavírus.

Aliás, as campanhas eleitorais começaram a ficar chatas com o fim dos chamados “showmícios” em 2006. Os “showmícios” alegravam a população, principalmente da periferia. Mas, foram proibidos visando nivelar a corrida eleitoral. Pouco adiantou.

 

gazetamsddos.com.br



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