Franklin Graham alerta sobre a militância da imprensa: “Não são mais confiáveis”

| GOSPEL +


O pastor evangélico Franklin Graham fez um comunicado preocupante sobre a militância nos meios de comunicação. Segundo o filho do lendário evangelista Billy Graham, a imprensa nos dias atuais não é mais “confiável”, especialmente em período eleitoral.

A preocupação de Graham diz respeito às próximas eleições presidenciais nos Estados Unidos, em novembro futuro, algo que serve de alerta também para o público brasileiro.

Segundo o pastor, “os poderes da mídia estão envolvendo todos os esforços para contar a história e influenciar o pensamento do povo americano”, ressaltando que o objetivo é suprimir o pensamento conservador, normalmente associado aos valores judaico-cristãos.

Graham citou como exemplo o pedido de demissão da jornalista Bari Weiss, agora ex-funcionária do jornal The New York Times, um dos maiores e mais tradicionais do mundo, lembrando como o veículo “é tendencioso à agenda radical de esquerda socialista do partido Democrata”.

“No passado, os americanos podiam confiar na mídia; eles eram jornalistas relatando fatos. Hoje, porém, muitas organizações de mídia são tendenciosas, inclinadas e extremamente orientadas para a agenda. Eles não são mais confiáveis”, explicou o pastor.

Na prática, Franklin Graham critica a militância ideológica de esquerda nos grandes veículos de comunicação, lembrando que Weiss sofreu na pele às consequências de pensar diferente, chegando a ser discriminada por seus valores, algo que deve se refletir na maneira como o grande público absorve o conteúdo publicado por esses grandes jornais.

“Em sua carta de demissão, ela disse que era muito difícil publicar qualquer coisa que não ‘promovesse explicitamente causas progressistas’ e, se algo fosse publicado, isso só poderia acontecer ‘depois que todas as linhas fossem cuidadosamente massageadas, negociadas e cavadas’”, disse o pastor.

Em sua carta de demissão, Weiss contou que foi pressionada e xingada por causa das suas posições, de modo que até colegas mais próximos foram intimidados por causa dos mais radicais, informou o Life Site News.

O cenário de militância ideológica no jornalismo descrito por Weiss, citando como exemplo um dos maiores editoriais do mundo, revela o quanto a mídia em geral pode estar aparelhada por interesses alheios aos da informação, o que justifica o alerta do pastor Graham.

“Eles me chamaram de nazista e racista; Aprendi a ignorar comentários sobre como estou ‘escrevendo sobre os judeus novamente’. Vários colegas que pareciam amigáveis ​​comigo foram ofendidos por colegas de trabalho”, relatou Weiss.



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