Des. Carlos Contar compõe equipe avaliadora de concurso de artigos científicos da AMB

| TJMS


Mais uma vez a magistratura de Mato Grosso do Sul se destaca no cenário nacional. A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), por meio do Centro de Pesquisas Judiciais (CPJ/AMB), lançará em breve o I Concurso de Artigos Científicos entre seus associados e acaba de instituir a comissão organizadora do certame, com a nomeação do vice-presidente do TJMS, Des. Carlos Eduardo Contar, para compor a equipe avaliadora dos artigos.

A comissão deve se reunir futuramente para definir os detalhes do edital do concurso e atuará até a conclusão dos trabalhos.

De acordo com o Ato Executivo nº 002/2020 - CPJ/AMB, que nomeou os membros da comissão examinadora, além do ministro Luís Felipe Salomão (STJ) e do Des. Carlos Eduardo Contar, integram o grupo Márcio Chaer, diretor de Redação da Conjur; Carlos Gustavo Vianna Direito, juiz auxiliar da Presidência do CNJ; e Daniel Carnio Costa, juiz auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça.

Atuarão como suplentes o Des. Marcos Pinto da Cruz, do TRT da 1ª Região; juíza Elayne da Silva Ramos Cantuária, vice-presidente de assuntos legislativos da AMB; juiz Thiago Elias Massad, assessor da Presidência da AMB; Daniel Castro Gomes da Costa, diretor da Escola Judiciária Eleitoral do TRE-MS; e a juíza Rita de Cássia Ramos de Carvalho, diretoria de Prerrogativas da AMB.

O objetivo da iniciativa é a promoção e o incentivo da produção acadêmica e da análise crítica dos dados de duas pesquisas realizadas pela entidade: “Estudo da imagem do Judiciário brasileiro' e “Quem somos. A magistratura que queremos'.

Saiba mais – A primeira pesquisa foi realizada com o título “Estudo da imagem do Judiciário brasileiro' e conclusão dos dados levantados concluído em dezembro de 2019 e apresentado em evento na Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.

No sumário foram reunidos dados qualitativos e quantitativos, levantados por meio da articulação de metodologias e técnicas de pesquisas junto à sociedade (usuários e não usuários dos serviços da justiça), advogados, defensores públicos e formadores de opinião. O projeto foi coordenado com o professor Antonio Lavareda, presidente do Conselho Científico do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (IPESPE).

A segunda pesquisa, nominada “Quem somos. A magistratura que queremos', traçou o perfil do magistrado brasileiro e comparou dados de levantamento feito pela entidade há 20 anos, mostrando que o perfil da magistratura mudou, a exemplo da idade dos juízes da primeira instância, que correspondem a mais numerosa parte da categoria: a idade média aumentou entre os de primeiro grau. Em 1996, 13% tinham até 30 anos; em 2018, 2% têm até 30 anos.



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