Carreta, charrete e carroça.

| REDAçãO


Zezé Tibiriça

 

Em nossa cidade existiram esses meios de transporte em grande proporção. Hoje não se vê mais carretas em nossa região, apenas aquelas que enfeitam alguns lugares como a que nossa família doou ao Municipio. Reformada, enfeita o terminal rodoviário da cidade. Outras carretas podem até existir, mas devem estar guardadas em algum lugar.
Em Dourados há 20 anos foram cadastradas e segundo se noticiou somente na reserva indígena havia cerca de 800. Ainda encontramos algumas que percorrem a cidade e ficam estacionadas nos canteiros centrais como a que avistei
na Av. Weimar Gonçalves Torres, no canteiro central em frente a uma loja que comercializa produtos usados.
Possivelmente seja de indígenas que adentraram ao local para comprar algo.
Enquanto isso o equino permaneceu matando a fome ao pastar a gramínea ao lado de um pé de ipê onde foi amarrado.
Dourados é um celeiro para animais equinos e asininos matarem a fome, devido à fartura dessa leguminosa em todos os quadrantes.
A braquiária da variedade decunbens está tomando conta da cidade e com estas chuvas diárias elas estão sorrindo de alegria.