Polícia investiga lavagem de dinheiro no Corinthians; clube vê falsas denúncias

| GAZETA ESPORTIVA


O Corinthians está sendo investigado  pela Polícia Civil do Estado de São Paulo por conta de suposta lavagem de dinheiro. A reportagem da Gazeta Esportiva entrou em contato com o departamento jurídico do clube, que classifica as denúncias feitas como 'falsas'.

Segundo apuração do UOL Esporte, o Ministério Público recebeu três denúncias distintas, no anonimato, e em diferentes datas. Os investigados são: Duilio Monteiro Alves (presidente do clube), Andrés Sanchez (ex-presidente), André Luiz de Oliveira (conselheiro e candidato da situação à eleição presidencial de novembro), Manoel Ramos Evangelista (conselheiro) e Fernando Garcia (empresário).

O inquérito da polícia vai verificar se os citados se apropriaram de recursos financeiros do Corinthians para fins particulares e se divulgaram informações confidenciais com terceiros. Uma das denúncias que a polícia teve acesso acusa o clube de transações financeiras fraudulentas envolvendo atletas, contratações e patrocínios.

A Gazeta Esportiva entrou em contato com o departamento jurídico do Corinthians, que entende que as denúncias são falsas. O clube solicitou uma investigação policial para 'identificar os denunciantes e quais são seus reais motivos, justamente para que seja(m) correta e devidamente, responsabilizado(s).'

As denúncias de lavagem de dinheiro surgem 23 dias antes da eleição presidencial do clube. André Luiz de Oliveira, mais conhecido como André Negão, concorre pela situação, enquanto Augusto Melo é o nome da oposição.

A tendência é que a disputa do pleito seja acirrada e equilibrada como há muito tempo não se via no Parque São Jorge.

Pessoas inescrupulosas novamente se utilizam do anonimato para tentar, caluniosamente, envolver o clube e terceiros em investigações. Há pouco tempo também assim agiram de forma similar, mas, como só poderia ser, essa apócrifa denuncia, sem amparo, foi sumariamente arquivada. Agora, por ser mera repetição e diante da absoluta falta de justa causa, novamente também será arquivada. Estamos, porém, solicitando investigação policial para tentar descobrir quem fez a denúncia caluniosa e falsa comunicação de crime e quais são seus reais motivos, justamente para que seja(m) correta e devidamente, responsabilizado(s).



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