Para Sindivest, incentivo às indústrias do vestuário ajuda na manutenção de empregos

| ASSESSORIA


O presidente do Sindivest/MS (Sindicato Intermunicipal das Indústrias do Vestuário, Tecelagem e Fiação de Mato Grosso do Sul), José Francisco Veloso Ribeiro, elogiou a medida do Governo do Estado em beneficiar as indústrias do vestuário com o Decreto nº 15.464, de 25 de junho de 2020, que incentiva o segmento a manter a atividade econômica com a adaptação da produção em decorrência da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Publicado na edição desta segunda-feira (29/06) do Diário Oficial do Estado (DOE), o Decreto atende à demanda da indústria de vestuário sul-mato-grossense, preservando empregos, dando mais competitividade aos produtos e favorecendo o consumo local.

 

Na prática, a medida altera a legislação anterior, que incentiva a produção de vestuário no Estado com base tributária menor e passa a incluir, nesse mesmo benefício, produtos oriundos da reconversão industrial promovida pelo segmento para se adaptar ao momento de pandemia, como máscaras faciais de uso único, de tecidos, máscaras de proteção ou cirúrgicas, toucas de proteção, capas descartáveis, material hospitalar descartável e protetores de pés (propé), de falso tecido, dentre outros itens.

 

Para Francisco Veloso, a nova medida contribui com a manutenção de empregos dá um fôlego maior para as indústrias de confecção do Estado, que tiveram uma redução significativa nas vendas nos últimos meses. “A indústria da moda sofreu um baque bastante grande e as indústrias que costumavam atender empresas para confecção de uniformes também tiveram uma redução grande nas vendas, porque diminuiu muito a demanda, já que a maioria das empresas reduziu seu quadro de funcionários, sem a necessidade de novos uniformes”, explicou.

 

Como forma de driblar a crise, muitas dessas indústrias resolveram se adaptar e passaram a produzir equipamentos de proteção individual para vender para a sociedade em geral e também para atender hospitais, clínicas e profissionais da saúde. “Essa foi a alternativa encontrada para continuar no mercado, sem precisar demitir trabalhadores e ajudando na economia do Estado. Então esse apoio do Governo do Estado é fundamental para que essas empresas continuem trabalhando e tenham mais competitividade nos seus produtos”, comentou José Francisco Veloso.

 

Na avaliação do secretário estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar, Jaime Verruck, produtos como máscaras e jalecos são essenciais no combate à pandemia e ter uma oferta mais regular desses itens permite um preço mais baixo para atender às demandas da saúde e também na manutenção dos empregos dessas empresas. “Esse Decreto é um dispositivo que permite fôlego às empresas que preservaram seu quadro de trabalhadores e apostaram na adaptação de sua linha de produção para manter a atividade industrial e incentiva outras a seguir em caminho semelhante”, ressaltou.

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