Setembro amarelo: mês relembra que pedir ajuda é um sinal de força

| GOVMS / PAULA MACIULEVICIUS DE OLIVEIRA BRASIL


Imagem que ilustra a matéria vem do famoso campo de girassóis, cenário amarelo que tem irradiado a vida dos campo-grandenses nos últimos dias. (Foto: Marcos Maluf)

O amarelo é a cor que colore o setembro na campanha de prevenção ao suicídio. Falar de saúde mental também é uma questão de cidadania, e as políticas públicas de Estado são parte do trabalho na prevenção.

Mato Grosso do Sul conta com dois centros de acolhimento e profissionais como psicólogos e assistentes sociais para atender o público LGBTQIA + e de mulheres vítimas de violência com suporte psicológico e emocional durante todo o ano.

“A promoção de saúde mental está relacionada à promoção da cidadania. Para que um sujeito, um cidadão se sinta pertencente e capaz é importante que ele tenha o direito de acessar aos serviços que todas as pessoas têm, e que muitas vezes, por ser LGBTQIA+ não consegue este acesso', fala o coordenador do Centro Estadual de Cidadania LGBTQIA + e também psicólogo Jonatan Espíndola.

O Centro Estadual de Cidadania LGBTQIA+ garante atendimento e acesso a direitos para que a população também tenha a saúde mental preservada. “E isso não se faz só no mês de setembro, isso a gente precisa fazer o ano inteiro. Então nosso papel aqui é ser agente de cuidado, é ser agente de saúde, de promoção da cidadania e fazer com que a nossa população se sinta confortável em acessar os serviços e que se sinta empoderada', reforça Jonatan.

Como funciona o atendimento?

A partir do momento em que o cidadão procura o CEC LGBTQIA+, a seja por telefone, e-mail ou pessoalmente, ele é acolhido e tem todos os direitos garantidos, além dos caminhos para acessá-los, seja eles relacionados à segurança pública, a questão da identificação com o nome social ou então com a retificação de nome e gênero, à saúde.

Dentro da estrutura de acolhimento do Governo de Mato Grosso do Sul, as mulheres vítimas de violência doméstica ou qualquer outra agressão por causa do gênero também encontram suporte psicológico no Ceam (Centro Especializado de Atendimento à Mulher em situação de violência).

Primeiro a mulher passa por uma triagem para depois ser atendida por psicólogas e assistentes sociais. Tudo para dar informação necessária para que a mulher saia da condição de vítima de violência doméstica.

Paula Maciulevicius, Setescc



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