Nos primeiros meses de mandato, Marcos Pollon faz balanço positivo da gestão com visitas a todos municípios de MS e conquistas em prol da liberdade

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No primeiro semestre do ano, o deputado federal mais votado por Mato Grosso do Sul, Marcos Pollon, já visitou todos os 79 municípios do Estado e tem mostrando comprometimento com as pautas de direita na Camara dos Deputados. 

Com um currículo extenso na advocacia e na área do agronegócio, ele foi eleito vice-líder do Partido Liberal na Câmara dos Deputados, Presidente do PL no Estado, membro titular da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), membro da Diretoria da Frente Parlamentar da Agropecuária biênio 2023/2024 e Coordenador da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, também da FPA, dentre tantos cargos em Frentes e Grupos da Câmara. 

Com uma atuação exemplar, pautada na defesa da segurança e liberdade, foi autor de mais de 240 propostas legislativas de diversos temas em apenas seis meses de mandato, como legítima defesa, agronegócio, tributos, transportes e outros. 

Contribuindo com o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul, o deputado também destinou emenda parlamentar de R$ 3 milhões para a pavimentação asfáltica e implantação de drenagem de águas pluviais nas cidades de Dourados e Chapadão do Sul. “Dourados e Chapadão do Sul são cidades de extrema importância para o desenvolvimento do estado. Nosso compromisso sempre foi ir além da segurança e do agronegócio, levando também saúde e educação à nossa população. As obras de pavimentação e drenagem irão melhorar a mobilidade, o deslocamento e a qualidade de vida”.

Visitas 

Reiterando seu compromisso com os sul-mato-grossenses, visitou os 79 municípios do Estado no primeiro semestre de atuação. Enquanto os outros parlamentares estão descansando, viajando de férias, Pollon aproveitou para visitar os eleitores de cada cidade do Estado, ouvindo as demandas e agradecendo cada voto. “Visitamos todos os municípios de Mato Grosso do Sul. 100% das cidades do Estado antes de encerrar o ano, na verdade antes de começar, de fato, o segundo semestre de trabalhos na Câmara. Foram 60 cidades apenas no recesso parlamentar, quatro municípios por dia, totalizando quase 7 mil quilômetros. Pudemos conhecer as demandas de cada cidade para levar à Câmara e esperamos assim corresponder a expectativa de cada um que acreditou. Nosso objetivo era exatamente esse, ouvir as demandas, porque trabalhamos para 100% dos sul-mato-grossenses, é estar onde a população está”. 

Agronegócio

Marcos Pollon, atuante na pauta ruralista, compõe a CPI do MST, destinada a investigar invasões de terras do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra. Ele também votou a favor do Marco Temporal, aprovado na Câmara. “É uma vitória muito importante para o Brasil, para o agronegócio e para o Mato Grosso do Sul. É uma vitória que traz segurança jurídica, paz no campo e segurança alimentar do Brasil e do mundo”.

E preocupado com  assunto, também propôs o projeto de lei PL 2587/2023 que dispõe sobre isenção do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) para o imóvel rural em que tenha sido praticado o crime de roubo e o imóvel rural objeto do crime de esbulho possessório.

Propôs ainda outros PLs para o agronegócio, impedindo o reconhecimento de áreas invadidas como de ocupação tradicional indígena, instituindo o Programa Nacional de Incentivo e Apoio aos Pequenos Produtores Rurais e Agricultura Familiar, impedindo  agente que comete a invasão de propriedade rural ou urbana de receber os auxílios e benefícios e demais programas do Governo Federal e tomar posse em cargo ou função pública. 

Luta pela democracia 

Pollon atuou contrário a ações do atual governo, como o PL das Fake News e PL da Intimidação. “É uma forma de impor restrição a um direito e garantia fundamental. A liberdade de expressão é a mais frágil, a primeira das liberdades individuais e nós temos que defender a todo custo se não todas as outras cairão por terra em seguida. O primeiro degrau para instituir um regime totalitário, que mata as pessoas e tortura, é cercear a liberdade de expressão e o último é o desarmamento”, afirmou. 

Também votou contra a reforma tributária, que segundo ele “vem destruir o país e colocar todos reféns do Governo Federal”. 

O deputado reiterou que continuará o trabalho em prol da democracia, protocolando novas proposituras a favor da liberdade. “Nós trabalhamos para impedir o governo de acabar com a nossa liberdade. Não temos poder para mudar a realidade, o máximo que pudermos fazer para impedir o avanço desse desgoverno nas questões mais graves, continuaremos fazendo”.

Legítima defesa

Desde que assumiu, Pollon tentou, a todo custo, garantir a segurança e legítima defesa, com projetos de lei para garantir o direito de propriedade de armas de fogo, munições e acessórios no país, dentre outros projetos, porém, como ele cita “o projeto de vingança estava com os dias contados” e o atual governo publicou um novo decreto de armas, com o objetivo de fechar os clubes de tiros. 

Uma das pautas mais importantes para o fundador do ProArmas estava em garantir a liberdade e legítima defesa aos brasileiros. “Queremos o melhor para o Estado, o melhor para o país e não vamos parar. O ditador está avançando com seu projeto de vingança contra os bolsonaristas e nós vamos nos fortalecer ainda mais para mostrar que o armamento não tem relação com o aumento da criminalidade, pelo contrário”.

Pollon concluiu que a guerra não acabou, que vai continuar a luta para sustar os efeitos do decreto e de todos que vierem na contramão da democracia. “É um trabalho conjunto, por isso a importância de fortalecer a base da direita na busca por melhorias não só para nós, mas para os nossos filhos. Não é sobre pensar nas próximas eleições, mas nas próximas gerações”.

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Deputado federal Marcos Pollon trata novo decreto como perseguição e questiona o que vai sobrar se Lula começar a fechar todas iniciativas “a mero desgosto”

O deputado federal Marcos Pollon criticou o novo decreto de armas publicado pelo atual governo durante sessão da CPI do MST e questionou “o mero desgosto” do atual Presidente em fechar as iniciativas que não concorda como “projeto de vingança”. 

Na CPI de ontem foi aprovado requerimento de convocação do ministro da Casa Civil, Rui Costa, para prestar depoimento, tanto como ministro, quanto como governador da Bahia, bem como sobre a atuação da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), sob o comando da Casa Civil, em relação ao MST.

O deputado votou a favor da sua convocação pelo seu posicionamento partidário junto ao presidente e ao MST. “Nós estamos estarrecidos com esse quadro de terror que esse atual desgoverno tem imposto ao Brasil. Um verdadeiro projeto de vingança, não há um projeto de governo que persegue o agronegócio e diversos setores que fomentam a economia do país. O que nós vemos é uma perseguição a tudo aquilo que o então Presidente em exercício não gosta ou não concorda. Por isso, um governador ou ministro que é conivente com invasões ou incompetente de combatê-las tem que ser ouvido sim”. 

Pollon ressaltou que o projeto de vingança já atingiu as famílias que vivem do tiro esportivo. “Recentemente publicaram um decreto extremamente inconstitucional a respeito do tiro esportivo, maculando centenas de milhares de famílias que vivem da exploração lícita de um segmento que era pujante na economia, mas que foi destruído pelo atual desgoverno”.

Ele ainda questionou o que será do Brasil com o atual desgoverno e o fechamento de inúmeras empresas satirizando o atual presidente. “A dúvida que fica é se fechar todas as iniciativas privadas que atuam licitamente no Brasil pelo mero gosto ou desgosto do presidente o que se sobrará no Brasil? Boteco? Porque a única coisa que ele gosta é de boteco”.