Farmacêutica Márcia Saldanha se posiciona sobre briga em unidade de saúde pública

| ASSESSORIA


Entra e sai eleição, o caos na saúde pública continua sem solução. O vídeo que circula nas redes sociais escancara a triste realidade de muitas famílias ao buscar por atendimento médico, medicamentos e exames de saúde.

O vídeo mostra um parlamentar, vereador, em meio a revolta da população com o possível gestor de unidade de saúde em Campo Grande. Nas imagens é possível ver o ambiente totalmente sem controle e em plena discussão. Tudo isso em meio aos pacientes doentes.

Para a farmacêutica Márcia Saldanha, “isso é o retrato da falta de projetos sérios e de gestão profissional com a saúde pública. O caso que ocorreu na Capital nesta tarde é só um dos muitos que ocorrem todos os dias nos municípios de Mato Grosso do Sul. Atualmente a população não tem representantes que cuidam da saúde, que tem compromisso com os trabalhadores da saúde e que se sensibilizam e elaboram projetos de leis que beneficiem a população. É exatamente isso que estou propondo por onde passo”, afirma Márcia Saldanha que concorre a uma cadeira na Assembleia Legislativa de MS.

Os pacientes que aguardavam atendimento médico ficaram revoltados com a demora e até um vereador estava no ambiente participando de debate acalorado com vários manifestos desorganizados em plena unidade de saúde. “Unidade de saúde é um local de muita tensão. As pessoas já estão ali em busca de acesso à saúde, em busca de respeito, de acolhimento e de condições para serem atendidas e voltarem para casa com o medicamento, se for o caso do tratamento, e não para presenciarem discussões que mais parecem servir para ganhar fama na internet do que resolver o problema da população”, desabafa a farmacêutica Márcia Saldanha.

Respeito aos trabalhadores da saúde

Márcia Saldanha reforça que os trabalhadores da saúde precisam ser respeitados no ambiente de trabalho. “Farmacêuticos, médicos, enfermeiros, técnicos, agentes administrativos e outros profissionais precisam ser respeitados por todos. Não adianta um agente fiscalizador da lei chegar na unidade de saúde e agir como se a culpa fosse dos trabalhadores. E também precisamos orientar a população que muitas vezes não entende que os descasos não são culpa de quem está ali trabalhando, mas da falta de condições e de estrutura para atender as famílias. Precisamos ter sensibilidade e nós vamos desenvolver projetos de Leis que vão punir esse tipo de desrespeito com os trabalhadores e também com quem deixa de oferecer saúde de qualidade as pessoas”, explica a Farmacêutica Márcia Saldanha.



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