Getúlio e o trabalhismo - Jose Tibiriçá Martins Ferreira, advogado


Jose Tibiriçá Martins Ferreira, advogado. Foto: Divulgação

No dia 24/08/1954, Getúlio Dorneles Vargas que foi presidente do Brasil, nascido em São Borja/RS em 19/04/1882, se suicidou no Rio de Janeiro. Antes de iniciar a carreira política serviu no exército brasileiro como cabo em Corumbá-MS. Ingressou na magistratura como promotor de justiça e depois na política.
Em nossa cidade temos uma Escola pública estadual com seu nome, um distrito e uma avenida que demanda à cidade de Itaporã. Na administração do prefeito Braz Melo foi homenageado quando se colocou uma estátua no cruzamento da avenida Presidente Vargas e Rua Joaquim Teixeira Alves.
Os antigos trabalhistas como Harrison Figueiredo tinham o costume de homenageá-lo colocando flores ao pé de sua estátua no dia 24 de agosto.
Na administração do prefeito Murilo ela foi retirada e recolocada no entrocamento do anel viário, saída para Itaporã pela avenida Presidente Vargas/Dourados.
A partir de então não fizeram mais homenagens a ele e como estamos num ano eleitoral, nem os atuais candidatos trabalhistas se lembram dele.
Ontem o presidenciável Ciro Gomes ao utilizar a entrevista na Globo poderia ter se lembrado da data, mas ele como outros utilizam-se das siglas trabalhistas para somente chegar ao poder. Nunca representou o trabalhismo, foi candidato pelo extinto PPS, que substituiu o PCB, agora é candidato pela segunda vez pelo PDT. Perdeu uma grande oportunidade de falar um pouco sobre o chamado pai dos pobres e ganhar alguns votos dos saudosistas. Assim o PTB e PDT perderam sua ideologia, servem hoje apenas como um espaço para se chegar ao poder e depois como descarte. Em nosso estado a sigla foi usada, depois jogada no lixo da história pelos seus últimos administradores.
Dourados-MS, 24 de agosto de 2.022.



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