Câmara de Dourados quer Audiência com a prefeita sobre retorno das aulas na Reme

Presidente da Comissão de Educação, Elias Ishy, e o presidente da Casa, Alan Guedes, pedem maior brevidade possível em resposta

| ASSESSORIA/CMD


Elias Ishy é presidente da Comissão de Educação da Câmara Municipal Foto: Arquivo

Os trabalhadores e trabalhadoras em educação fizeram um apelo sobre o retorno das aulas na Rede Municipal de Ensino: unificado - com a volta coletiva. O pedido foi realizado durante a primeira reunião virtual de Comissão organizada pela Câmara de Dourados após o início da pandemia relacionada a COVID-19, na última sexta-feira, dia 22.
Contratados, suplentes, estagiários, efetivos, diretores e a comunidade escolar foram ouvidos pela secretaria e vereadores, demonstrando o descontentamento ao Decreto divulgado naquele dia mantendo a suspensão dos contratos temporários vinculados a Semed (Secretaria Municipal de Educação), voltando as atividades nesta segunda-feira (25). 
Como encaminhamento, os vereadores pediram um prazo para a reunião com a prefeita com urgência, enviando um documento com pedido para que o Executivo mantenha os salários e as aulas respeitem a igualdade de condições no acesso ao aprendizado. Os vereadores Elias Ishy (PT), presidente da Comissão, e Alan Guedes (Progressistas), presidente da Câmara, encaminharam o ofício na manhã de hoje pedindo essa Audiência com a maior brevidade possível para tratar das reivindicações da categoria. Já protocolado na secretaria de governo, no assunto, eles explicam o objetivo de acordo com o que foi encaminhado na reunião, especificamente sobre a volta de todos os profissionais. 
O Simted (Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação em Dourados) questionou durante o ato o planejamento de 2020 da secretaria de educação diante da crise relacionada a pandemia do coronavírus. Segundo eles, há recursos disponíveis, como do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação), então é necessário que a prefeitura apresente as contas com transparência. “Que tipo de gestão é essa que trata mais de 1400 famílias dessa forma?”, indagou o presidente Juliano Mazzini. Para a professora Deumeires Morais, realmente, é fato: “ou volta todo mundo ou não volta ninguém. Precisamos de todos, juntos”, afirma. &n bsp;



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