Carreta leva justiça à população da comarca de Taquarussu

| SECOM/TJMS


Foto: Divulgação

A Carreta da Justiça esteve nos dias 13 e 14 de setembro na comarca de Taquarussu para levar a justiça mais perto da população. A unidade móvel do Poder Judiciário atende nas comarcas onde ainda não há prédio do Fórum e evita que o cidadão que busca a justiça tenha que se deslocar para outra localidade.

Sob coordenação do juiz Felipe Medeiros Vieira, 273 taquarussuenses foram atendidos nos dois dias de trabalho. Foram registrados 43 reconhecimentos de união estável, com conversão em casamento.

Houve ainda a efetivação de cinco divórcios; dois pedidos de investigação de paternidade; uma cobrança e também uma conversão de separação judicial em divórcio, totalizando 54 novas ações abertas.

Além da abertura de novas ações, a equipe da Carreta da Justiça ainda realizou 77 atendimentos gerais, como consultas e prestação de informações e orientações aos cidadãos locais. Já a Defensoria Pública, órgão jurisdicional que integra a unidade móvel de atendimento, ouviu as solicitações de 32 pessoas.

Confira o cronograma dos próximos atendimentos em 2021:

- Novo Horizonte do Sul, no período de 16/09 e 17/09/2021;
- Jateí, no período de 04/10 e 05/10/2021;
- Vicentina, no período de 07/10 e 08/10/2021;
- Japorã, no período de 08/11 e 9/11/2021;
- Juti, no período de 11/11 e 12/11/2021;
- Laguna Carapã, no período de 29/11 e 30/11/2021;
- Douradina, no período de 02/12 e 03/12/2021.

Saiba mais – Compondo o programa Judiciário em Movimento, a Carreta atende desde agosto de 2016 e visa integrar 100% dos municípios sul-mato-grossenses aos serviços da justiça, levando mais qualidade e conforto ao jurisdicionado, que não precisa sair de sua cidade para ter acesso à prestação jurisdicional.

A unidade móvel que viaja pelo Estado é a miniatura de um fórum: gabinete do juiz, sala para Promotor e Defensor Público, sanitário, pequena copa e varanda na frente para recepção de pessoas totalizam 44 m². O objetivo da proposta é aproximar o Judiciário da população e dar cidadania às pessoas que nunca tiveram atividade judicial e judiciária em sua cidade.



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