O Brasil após o 7 de setembro - José Tibiriçá Martins Ferreira

| ASSESSORIA


José Tibiriçá Martins Ferreira, advogado. Divulgação

A partir de hoje estamos vivendo um novo momento após a manifestação do dia de ontem. Os problemas que vivemos há um bom tempo são muitos, como desemprego, alta do combustível, aumento do gás de cozinha, a pandemia que surgiu no ano passado e que por ora parece estar na maré baixa.
Esperamos que tudo volte à normalidade, afinal nós brasileiros precisamos de paz e que os três poderes harmonicamente encontrem uma solução para o impasse. Na realidade o que se denota é o início antecipadamente da campanha politica que se iniciaria em agosto de 2022. Esta semana praticamente será de expectativa e nós humildes cidadãos só temos que aguardar o desenrolar dos acontecimentos.
Daqui a duas semanas vamos entrar na primavera, o inverno está muito longo, passamos por geadas, queimadas e como consequência o produto da mesa do brasileiro já encareceu, afinal as lavouras de milho tiveram um resultado muito negativo.
Como somos um país que ainda não conseguimos a nosssa independência além desses fatores: o gás é importado da Bolívia onde o Brasil fez investimentos, o petróleo tem o dedo das empresas americanas, agora com a seca a energia já está subindo e parte dela é importada de países como Venezuela, Paraguai, Argentina e Uruguai.
Com relação à carne bovina, suína, ovina e outras como o do frango, tudo depende do produto interno produzido e o de importação, estes adquiridos pela moeda dólar. Os também farmacêuticos nessa pandemia cuja vacina que todos nós estamos tomando contra o COVID, vem da China, India, Estados Unidos e Grã Bretanha.
Como como solução, deveria o governo investir mais em pesquisas, o que ninguem tinha feito até a pandemia. O Butantã antes era conhecido como um laboratório de fabricação de soros antiofídios e hoje foi obrigado a investir em vacinas.
Somos um pais grande em externsão e culturalmente desigual, onde o problema de informação nos quatro quadrantes é diferente. Muitos daqueles oriundos das universidades, com algumas exceções, estão preparados para atuação nas áreas de sua formação, porque os governos apenas multiplicaram as universidades e não deram estrutura para funcionarem. Hoje há "muitas "doutoras e doutores" formados pela internet e que no dia dia não tem aquela formação daqueles que tiveram a presencial.
Se tivemos dificuldades na época em que estudamos, fazendo pesquisas, tínhamos nossos mestres ao lado, hoje nesses cursos não presenciais o aproveitamento neles é discutivel. Todos recebem o mesmo diploma, mas na hora de se submeterem a um concurso para qualquer finalidade, poucos passam e os outros têm que procurar outra atividade.
Existem os autodidatas, pessoas que lêem muito e muitas vezes superam quem sentou nos bancos universitários.
Antigamente quando tínhamos alguma dúvida na escrita de qualquer texto, procurávamos socorro no pai dos burros, o dicionário. Então assim temos que ter este hábito, para acabar com a burrice.
Dourados-MS, 08 de serembro de 2021.

---

Antes 7 Setembro

Esta segunda-feira que antecede à data da independência do nosso país, em muitos lugares já existe um feriado prolongado incluindo o de hoje, hábito que não existe em paises de primeiro mundo.
Há um ano da comemoração de 200 anos da sua independência de Portugal, agora o Brasil luta pela sua interna onde apesar do formato de um coração, composto por 26 Estados e um poder central, o Distrito Federal.
Tivemos vários governos nesse período depois do Brasil Colônia, mas a partir da sua redemocratização como se chamou a partir de 1985, com a eleição indireta cujo governo quem o escolheu foi a maioria do Congresso Nacional surgiu um novo modelo chamado de Nova República.
Depois vieram as eleições diretas em 1989, houve a anistia para aqueles que tiveram seus direitos cassados por questões ideológicas e puderam participar delas como candidatos. Assim o país parecia que estava pacificado e encontrado o caminho para o desenvolvimento com todas as soluções no bojo da Carta Magna outorgada pelo Congresso Nacional em 05/10/1988.
Passados todos esses anos, a população vem elegendo governos na maioria identificados com a esquerda, de 1994 até 2014, representados por ex-exilados e outros considerados presos politicos, todos anistiados e na sua maioria receberam uma indenização pecuniária.
Em 2018 democraticamente houve uma eleição, foram eleitos para a Presidência dois ex-militares da reserva e aconteceu um fato interessante. Apurados os votos, na região nordeste geograficamente o governo eleito não obteve vitória na maioria dos seus Estados, um fator preocupamente na época, mas que apesar disso não houve os investimentos continuam chegando.
Ouvesse falar que o governo federal não abandonou a região como era a regra no tratamento de outrora aos adversários. Está dando continuidade às obras iniciadas, com novos recursos que são carreados como são divulgadas em redes sociais e por televisadas.
Dá-se a impressão que os governantes da esquerda para se manterem no poder, conseguiram dividir o país, implantando uma ideologia de ricos contra os pobres, com o intuito de se chegar à utopia do socialismo que não deu certo em lugar nenhum desse planeta.
Chegamos hoje ao ponto crítico em que os três poderes que um dia trabalhavam para o bem de todos, com harmonia, estão se digladiando e a população não consegue entender o porquê.
Não sabemos aonde vamos chegar pois a maioria das instituições estão corroídas, com poucas exceções.
Amanhã dependendo desse movimento que está se aflorando, poderá ser o termômetro para o inicio de uma nova era, esperaamos que seja para melhor.

Será que é agora a nossa independencia interna?



PUBLICIDADE
PUBLICIDADE