Avenida Guaicurus – Recuperação precisa ser rápida para dar segurança ao tráfego intenso e dividido

A solução só será encontrada se houver bom senso de ambas as partes e ações de recuperação da pista, iluminação e sinalização

| REDAçãO/GAZETA MS


Professor Sergio Queiroz pratica ciclistpo ha 16 anos. Foto: Gazeta MS/Divulgação

O ciclismo tem hoje, em Dourados, um grande público. Em qualquer parte da cidade os ciclistas dividem os espaços com a comunidade, quer seja nos bairros, região central ou rodovias de acesso. É comum cruzarmos, a qualquer hora do dia, com ciclistas solitários ou grupos que vão desde os pequenos (até cinco, por exemplo) até grupos maiores, com até 30 pessoas, entre outros.

Um dos pontos mais utilizados por quem pratica o ciclismo em Dourados, seja por esporte, por necessidade de locomoção ou por lazer e entretenimento, a Avenida Guaicurus é a principal via de acesso para o Aeroporto Municipal, Universidades (UEMS e UFGD). A Rodovia Juca de Matos Pereira, carece de melhorias na sua infraestrutura e as prioridades vão melhorias nas sinalizações horizontal e vertical, na malha asfáltica, sobretudo buracos nos acostamentos, iluminação.

A realização dessas indicações servirá de imediato, para garantir segurança e tranquilidade àqueles que trafegam nos 14 quilômetros da Avenida Guaicurus, tanto ciclistas quanto condutores de outros veículos automotores, haja vista essas correções contribuírem para a orientação dos que ali circulam, evitando com isso os acidentes que deixam marcas e trazem sérias consequências.

Todos os dias, com maior pico pela madrugada e finais de tarde e início das noites, grupos de conhecidos que se formaram “entram em ação”, reforçados ainda por outras pessoas em “passeios solos”, moradores da região e indígenas que buscam por ali o acesso à Aldeia Bororó e à Reserva. Nesses horários de pico cresce o perigo, pois é visível o não cumprimento das regras básicas. São condutores trafegando muito próximo da faixa reservada ao ciclista e ciclistas que têm o costume de pedalar lado a lado, conversando, e com isso invadindo a pista de rolamento, colocando sua própria integridade em risco.

Há tempos essa condição provoca polêmica sobre “quem está com a razão?” dando continuidade ao imbróglio.

Foi construída uma pista específica para ciclistas, fora do leito da rodovia, mas a falta de manutenção é uma das desculpas usadas para que não seja utilizada.

A solução só será encontrada se houver bom senso de ambas as partes e ações de recuperação da pista, iluminação e sinalização. Como aponta Sergio Queiroz, presidente da Associação Esportiva Pro Pedal, atual campeão estadual nas modalidades Speed, Montanbaike, e praticante do ciclismo há 16 anos, “toda ajuda é bem vinda”. Ele, juntamente com os demais anseia pelas obras ao longo da avenida e que as providencias sejam tomadas com  brevidade. Por outro lado, um condutor alerta: “Os espaços têm que ser respeitados e as regras de trafegabilidade também. Como dizem, cada um deve permanecer no seu espaço e tudo seguirá em segurança e paz”, finaliza.

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