Réquiem de um poeta - Adail Alencar

| DO AUTOR


Adail Taveira de Alencar. Divulgação

 Uma voz que se calou, um coração que parou de bater, um poeta que muito amou, e o mundo logo irá esquecer. Uma poesia que era compartilhada, versos que era com amor oferecido, tinha uma musa amada, e ficaram muitos sonhos perdidos.

Semeava a sua ternura, pra cada um que conhecia, seus versos simples doava, e mesmo triste demonstrava alegria. Isso que vão dizer um dia, quando a minha hora chegar, vão rever a minha poesia, e de mim vão relembrar. Mas enquanto estiver vivendo, vou gritar que te amo vida minha, cada vez mais te querendo, e você será minha rainha. Meus versos apaixonados, que com muito amor eu faço, pra você com ternura são dedicados, no calor aconchegante de um abraço. Adail Alencar Taveira.

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PRECONCEITO CONTRA O NORDESTINO

Quando se fala no nosso nordeste, só se fala da seca do sertão, não se fala da força do Cabra da Peste, nem das suas frutas de exportação. O nordestino é discriminado, mas ajuda a construir o país, tem a sua marca em cada Estado, nunca desanimando, é feliz. Tem as suas fortes tradições, e o seu maravilhoso litoral, mas não valorizam as suas emoções, mas é mais intenso o seu ideal.

Já ajudou construir a nossa Capital, mesmo assim é chamado de candango, com muita garra vence o mal, pra não ser um simples molambo. Sim, falta chuva no sertão, mas o nosso nordeste é imenso, tem que valorizar o seu cidadão, é isso o que eu penso.

Por que só falar em tristezas, nas notícias que são divulgadas, mostrem também as belezas, da nossa terra amada. Um dia o nosso nordeste será respeitado, chega de tanto preconceito, já cansamos de ser discriminados, porque temos muito amor no peito. Basta! Respeitem o povo nordestino, um povo valente e trabalhador, porque o nosso destino, é semeado com muito amor. Adail Alencar Taveira. Gaibu-Cabo de Santo Agostinho-PE, 12-04-2.021.



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