Leia Coluna do Jonas desta segunda,14

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Jonas Alves da Silva, Silva Junior. Foto: Divulgação

Segunda-feira, 14 de dezembro -  Dia Nacional do Ministério Público Federal. Dia Nacional da Ópera. Dia da Bíblia Evangélica. Dia do Engenheiro de Pesca. Dia de São João da Cruz.

Pensamento: "Cansar também faz parte, não espere acordar forte todos os dias. Descanse um pouco."

Musica: Perfídia - Trini Lopes (Indicação: DJ- Mateu Gnuztaman)

Niver: (ontem 13/12) Sérgio Quinhones Quinhones, Walter B. Carneiro Jr. Marina Freitas. (hoje 14/12) Pedro Pereira Troian, Junior Lopez, Luciano Azevedo, Paulo Cezar, Marcel Matoso – Felicitá...Deus abençoes grandemente a todos...Em Jesus!

São João Batista dos Dourados

Segundo a Enciclopédia dos Municípios Brasileiros, Volume XXV - Mato Grosso - a formação do núcleo populacional que hoje constitui o município de Dourados, data da primeira metade do século XIX. Naquela época, a região era habitada por migrantes do Rio Grande do Sul e imigrantes da República do Paraguai, além dos seus filhos naturais, os índios terenas.

O povoado que então se formava recebeu denominação de São João Batista de Dourados, topônimo esse consequente de sua proximidade com o Rio Dourados.

Tão franco foi o seu progresso e tão promissoras as suas possibiIidades que, já em 1900 a Resolução Estadual nº 255, de 10 de abril, criava no Município de Ponta Porã, a Paróquia de Dourados, ex-povoação de São João Batista de Dourados.

Marcelimo

O fazendeiro Marcelino Pires sentindo a pujança e a fertilidade destas terras resolveu reservar dentro de suas terras uma determinada área, doando-a ao então povoado, para o fim de nela ser fundado um patrimônio escolhendo para isso o local onde tombou o tenente Antonio João Ribeiro, um dos bravos da guerra do Paraguai.

Com a construção da primeira casa, pelo pioneiro Januário Pereira Araújo, a localidade passou a denominar-se 'Patrimônio de Dourados', denominação essa conseqüente da existente, na região, do Rio Dourados.

Distrito de Paz

Em 1914, por força da Lei Estadual nº 658, de 15 de junho, era criado o Distrito de Paz no Município de Ponta Porã, .abrangendo o 1º e o 2º distritos policiais de Dourados (criado em 1910) com sede no Patrimônio de Dourados.

O Juizado de Paz foi instalado no mesmo ano tendo assumido as funções de juiz, o senhor Paulo Hildebrando. Mesmo considerando aquelas dificuldades, a exuberância da região foi se tornando conhecida.

Ricas plantações

A procura de glebas determinou o crescimento espantoso da população e com ele, o natural progresso que hoje é o ponto de culminância na vida do Município.

Paulistas, rio-grandenses

Do sul e do norte, alagoanos, pernambucanos, baianos e muitos outros, especialmente os primeiros e os últimos, convergiram para esta região do Sul de Mato Grosso, transformando suas matas até então indevassáveis, em ricas plantações de café, milho, feijão, arroz, mandioca e cana-de-açúcar.

Distrito de Douradosa

Em 1911, era criado o distrito de Dourados, figurando na divisão territorial daquele ano, como pertencente ao Município de Ponta Porã.

O decreto estadual nº 401, de 3 de setembro de 1915, reservava 3.600 hectares de terras para constituírem o patrimônio da vila de Dourados, reserva essa que, posteriomnente, em 1932, o Governo do Estado, por meio do Decreto 122, de 19 de janeiro, elevava para 20.000 hectares.

Primeira escola

Ainda no ano de 2015, foi criada a primeira escola primária da vila de Dourados, sendo o autor da iniciativa o professor João Corrêa Ramos, seus proprietário.

Durante o transcorrer do ano de 1924, Dourados viu-se contemplada por dois grandes melhoramentos: a instalação da Agência Postal-Telegráfica, assumindo as funções de Agente a Senhora Antônio Silveira Capilé; e a inauguração da primeira igreja do culto católico romano, sob a invocação de Nossa Senhora da Conceição.

Município

Douradoss permaneceu subordinado a Ponta Porã até o ano de 1935, quando, em virtude dos termos do Decreto estadual nº 30, de 20 de dezembro, foi elevado à categoria de município, com a mesma denominação, compreendendo, também, a mesma área do então distrito. Era formado, então, dos distritos de Dourados e Santa Luzia, figurando como termo da comarca de Ponta Porã.

Nova transformação sofre a divisão político-administrativa do município, no quadro territorial vigorante em 31 de dezembro de 1937, quando passou a ser composto de dois distritos: Dourados e Juti, na divisão territorial aprovada pelo Decreto-lei estadual nº 145, de 29 de março de 1938.

O Decreto-lei estadual nº 208, de 26 de outubro de 1938, concedeu-lhe foros de cidade.

A primeira casa

A primeira residencia em Dourados foi construída pelo pioneiro Januário Pereira de Araújo, em 1911. Em 1913, o povoado se elevou de uma casa, a cinco, com as entradas, naquele ano dos senhores Silvarino de Paula, Elias Silveira Marques, Floriano de Brum e Manuel Batista.

Os relatos são trechos do livro “Mato Grosso - Terra da Promissão", de autoria de João Batista de Souza, editado em 1953.

  Primeiro morador

Segundo ele, o primeiro morador, no entanto em terras do Município, foi, sem dúvida, José Serrano, que, em 1884, vindo de Minas Gerais, de onde era natural, fixou domicílio em Iguaçú, ou Guaçú, como dizem outros.

Narra ainda o livro, que no no ano seguinte, em 1885, o paulista Francisco Xavier Pedroso, natural de Amparo, tendo antes trabalhado em companhia de Francisco Mendes, em Rio Verde, fundou a fazenda no lugar que deu o nome do seu torrão natal. Ali, em 1886, nasceu o seu primeiro filho, Xavier Pedroso, e em 1888, o segundo, Tomaz Xavier Pedroso.

 

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