Nupemec do TJMS promove curso on-line para os dois Cejuscs de Dourados

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Os conciliadores e mediadores dos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania de Dourados (Cejusc Fórum e o Cejusc do Procon) realizaram uma capacitação no formato EAD com o intuito de aprimorar o modo de aplicação das técnicas autocompositivas. Com um total de 16 horas de carga horária, o curso, promovido pela Escola Judicial (Ejud-MS) e pelo Núcleo Permanente de Métodos Consensuais e Solução de Conflitos (Nupemec) do TJMS, teve início no dia 5 de outubro e terminou na sexta-feira (8). A capacitação foi um pedido da juíza coordenadora do Cejusc de Dourados, Ana Carolina Farah Borges da Silva.

Durante o período do curso, os participantes tiveram a oportunidade de compartilhar suas experiências, esclarecer dúvidas e dar sugestões de melhorias na prestação jurisdicional pelos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania, como um todo. Esta capacitação foi ministrada pela instrutora da Nupemec, Andreia de Lima Duca Bobadilha.

Segundo a aluna do curso, Daiani Balbina de Araújo, o curso de aperfeiçoamento das técnicas é uma troca de experiências com as demais mediadoras. “Além de ser um curso extremamente interessante, didático, que nos faz apaixonar cada vez mais pelas técnicas da mediação. A mediação é o ato de respeitar a vontade, individualidade e a história de cada parte', disse a participante.

O modelo de cursos à distância foi mais uma inovação do Poder Judiciário de MS para expandir os serviços mesmo durante a pandemia de Covid-19, melhorando os serviços para continuar atendendo a todos que procuram os Cejuscs do Estado para uma solução pacífica dos conflitos.

Saiba mais – Durante o período de enfrentamento da pandemia causada pela Covid-19, que exige o isolamento social e, como consequência, as restrições de locomoção, persiste a necessidade da prática de atos processuais e pré-processuais que implicam interação entre magistrados e demais atores do Sistema de Justiça, especialmente para aqueles casos que exigem rápida resposta do Judiciário.

Em razão disso e para propiciar mais uma opção aos tribunais e magistrados brasileiros, o CNJ colocou à disposição a Plataforma Emergencial de Videoconferência para Atos Processuais.

O projeto decorre de Acordo de Cooperação Técnica celebrado com a Cisco Brasil Ltda e não implica em quaisquer custos ou compromissos financeiros. Além disso, sua duração é concomitante ao período especial vivenciado pela pandemia.

De outro lado, trata-se de uma opção conferida aos tribunais e significa que outras soluções tecnológicas semelhantes possam ser utilizadas, desde que alcancem o mesmo objetivo.